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BRASIL, Sul, JOINVILLE, AVENTUREIRO, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Livros, Informática e Internet, Televisão MSN - elianejlle29@hotmail.com
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Pensamentos soltos, em prosa.
Hoje eu assisti ao filme Terra Fria, com a Charlize Theron. Gostei do filme. Chorei com o filme. Ser mulher não era fácil. Ser mulher não é fácil. Talvez eu esteja muito sensível, mas, nem estou na TPM, então, pode ser um sentimento real. Não me considero feminista, nem machista. Acredito que, como mulher, às vezes passo por situações constrangedoras, mas totalmente aceitáveis, por que são necessárias. Os exames ginecológicos entram nesta categoria. Em contrapartida, a falta de força física me deixa em desigualdade perante o sexo oposto. Penso que a pior coisa que pode existir são os grupos. Torno-me má ao participar de um grupo. Parece que, quando se é maioria, nos tornamos idiotas e fazemos coisas que jamais imaginaríamos fazer sozinhos. O grupo é burro. Ou não. Não quero generalizar, mas, na brincadeira, ou julgando estar protegendo uma categoria, fazemos coisas bobas que podem machucar os outros. Outra coisa ruim é a fragilidade e o medo de enfrentar as situações. Muitas vezes preferimos esquecer o que acontece, fingir que não aconteceu. Não é uma boa saída. Enfim, acho que todas as mulheres, ainda hoje, já passaram por situações em que se sentiram fragilizadas e impotentes. A luta por direitos iguais deve levar em conta a diferença de gênero. Todos têm direito de trabalhar, estudar e viver, sem medo, tanto homens quanto mulheres. Espero que isto algum dia aconteça.
Escrito por Eliane às 03h03
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Senhas
Como eu demoro horrores para blogar, cada vez que eu decido escrever, preciso renovar minha senha, porque sempre a esqueço. E depois de refazer minha senha, já nem sei o que queria escrever. Será que eu sou muito desorganizada? Ou só um pouquinho esquecida? Bom, não faz mal, agora já escrevi alguma coisa. Meu sinal de fumaça por aqui.
Escrito por Eliane às 00h02
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De que adianta?
De que adianta fazer a coisa certa se isto não te traz nenhum prazer?
De que adianta saber que fez o certo, se durante o dia, você pensa que queria ter feito o contrário?
De que adianta fazer a coisa certa, se à noite, você chora escondida?
De que adianta fazer a coisa certa, se isto não te faz feliz?
Escrito por Eliane às 18h39
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Desabafo
As palavras não valem nada.
Só as atitudes contam.
Não digas que me amas.
Mostre!
Não digas que és meu amigo.
Tenha atitudes de amigo!
A eterna diferença entre teoria e prática...
Tão fácil falar...tão difícil provar.
Escrito por Eliane às 07h05
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Significados...
Sempre tive medo das palavras...
Sempre me pareceu que elas têm vida própria...
Que quando as lançamos ao mundo, seja pela linguagem falada ou escrita, elas não nos pertencem mais...
Por isso, sempre sou econômica com essas letrinhas...às vezes ao ponto da negação...do não falar...
Na internet, me deparo com muitas palavras...muitas idéias...com algumas concordo, com outras não...
Mas, quase sempre me abstenho de opinar...
Acho que não gosto de conflitos.
O que fazer para ser compreendido?
O que fazer para compreender?
Vale a pena?
Na maior parte do tempo, acho que não.
Escrito por Eliane às 21h52
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Meme
Foi-me passado pelo inconsciente ou será inconseqüente? Não sei...
Consiste em escrever sobre três autores que desisti de ler...
Ai, ai, ai...vou ser obrigada a assumir meus fracassos...
Dostoievski- Tentei ler os irmãos Karamazov...só cheguei à página 30...desisti...reiniciei...e parei novamente na página 30...dei um até logo...quem sabe um dia eu retomo. Mas, também, meus motivos para querer lê-lo não era dos melhores...eu apenas queria saber o que Henry Miller viu nele.
Flaubert- Li Madame Bovary praticamente todo...e não gostei...porque? Não sei...foi como fumaça...simplesmente se desfez. Abandonei.
Meu maior fracasso...
Guimarães Rosa- Tentei ler Grande Sertão...precisei ler Manuelzão e Miguilin...desisti...
Pronto! Assumi! Não vou passar pra ninguém...quem quiser que se aproprie.
Escrito por Eliane às 20h02
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Buáááá
Tô triste...
Não sei o que sentir...
Estou amando?
Não sei...não faço idéia...
Me envolvi...
E continuo envolvida...
Desisto...volto a me entregar...
Digo que te amo...
Depois mudo de idéia...
Tu queres que eu te ame...
Para quê?
Dizes que não queres que eu sofra...
Então me esqueça!
Não me provoques...
Eu sobrevivo sem você, sim!
Mas, não consigo desistir de você sozinha...
Precisa partir de ti!
Eu, estou sempre aqui, te esperando...
Tu, me dás apenas poucos minutos do teu tempo...
Mas, esses minutos são os melhores que tenho...
O que posso fazer?
Ainda não sei...
Escrito por Eliane às 21h04
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Inclusão como Princípio na Prática Pedagógica
Este é o nome de uma matéria eletiva que meu curso de Letras oferece (e eu estou cursando)...meio pomposo, não é?
Poizé, mas a aula não é pomposa, é bastante pertinente.
Me parece muito sensato que um curso de licenciatura busque proporcionar a seus alunos a experiência de lidar, ou pelo menos discutir as maneiras pelas quais podemos agir com as diferenças em sala de aula.
As leis para a inclusão de alunos especias (surdos, deficientes fisícos e mentais, homossexuais, etc) está aí. É necessário que os professores sejam preparados para mediar e ajudar nesse processo.
Durante este ano, conhecemos algumas instituições que trabalham com esta clientela: Apaes, adejs, etc. Também fizemos grupos de discussão de vários temas ligados à área.
É interessante descobrir como estes assuntos nos permitem nos conhecer melhor. Vários alunos falaram de suas experiências, e as deficiências puderam ser discutidas de acordo com o conhecimento real dos alunos.
Foi incrível perceber como é mais comum do que imaginamos. Quase todos conhecem alguém que sofre ou sofreu preconceito devido as suas deficiências.
É devido a isso que a inclusão de alunos com necessidades especiais se faz necessária: Só conhecendo o problema, podemos discuti-lo e, quem sabe, um dia diminuir o preconceito.
Escrito por Eliane às 21h41
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Resenha do filme O nome da rosa
Trata-se do filme “O nome da rosa”, dirigido por Jean-Jacques Annaud, com Sean Connery e Christian Slater no elenco, o filme foi lançado em 1986.
O filme retrata diversos temas importantes sobre a Igreja Católica. Um deles é a questão do medo da difusão do conhecimento durante a Idade Média.
Por que tanto medo?
Porque com o conhecimento, as pessoas, teoricamente, perderiam a fé em Deus.
Isso é um dos mais profundos temas que se pode tratar em relação à Igreja Católica.
O medo da perda da crença. O medo da perda de Poder.
O filme transcorre em 1327, William de Baskerville (Sean Connery), um monge franciscano, e Adso Von Melk (Christian Slater), um noviço que o acompanha, chegam a um remoto mosteiro no norte da Itália.
William de Baskerville pretende participar de um conclave para decidir se a Igreja deve doar parte de suas riquezas, mas sua atenção é desviada por vários assassinatos que acontecem no mosteiro.
Ele começa a investigar o caso, que se mostra bastante intrincando, além dos mais religiosos acreditarem que é obra do Demônio. William de Baskerville não partilha desta opinião, mas antes que ele conclua as investigações Bernardo Gui (F. Murray Abraham), o Grão-Inquisidor, chega ao local e está pronto para torturar qualquer suspeito de heresia que tenha cometido assassinatos em nome do Diabo.
Considerando que ele não gosta de Baskerville, ele é inclinado a colocá-lo no topo da lista dos que são diabolicamente influenciados. Esta batalha, junto com uma guerra ideológica entre franciscanos e dominicanos, é travada enquanto o motivo dos assassinatos é lentamente solucionado.
O filme foi baseado na obra homônima de Umberto Eco, em que um Livro havia sido escrito pelo Filósofo Aristóteles e falava sobre o riso: “Talvez a tarefa de quem ame os homens seja fazer rir da verdade, porque a única verdade é aprendermos a nos libertar da paixão insana pela verdade”.
Isso tudo sugeria, além de outras coisas, principalmente pela razão, que Jesus sorriu, pois Ele, além de amar todos os homens, desejava que todos encontrassem a verdade e, através da verdade, fossem libertos.
Esta frase está ligada à máxima “Conhecereis a verdade e ela vos libertará”.
E na história, por trás de “quem matou e quem morreu” aparecem nítidas disputas entre o misticismo, o racionalismo, problemas econômicos, políticos e, principalmente, o desejo da Igreja em manter o poder absoluto cerceando o direito à liberdade de todos.
Escrito por Eliane às 12h43
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Poizé, desisti de me formar este ano...vou apresentar meu projeto só no ano q vem...e agora é pra valer...estava na dúvida, mas agora já assinei a desistência. O bom disso é q agora o pessoal não vai mais ficar insistindo para eu continuar.
Minhas colegas me dizem q sou maluca por largar o projeto faltando apenas três meses pro fim do ano, mas não tem jeito, não estou motivada para continuar...fazer o quê, né?
Escrito por Eliane às 13h32
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Resenha do filme Crash- No limite
O mundo não é justo. Essa foi a idéia que me ficou após ver o filme “Crash – No limite”, de Paul Haggis, com Matt Dillon, Don Cheadle, Sandra Bullock e Brendam Fraser. O filme foi o ganhador do Oscar 2006.
O filme aborda o tema do racismo e do preconceito, através de várias histórias que se entrelaçam.
São inúmeros personagens em diversas situações: o policial negro cujo irmão é um infrator; o promotor da polícia de Los Angeles que tem seu carro roubado por dois negros; o comerciante iraniano que contrata os serviços do chaveiro mexicano; o policial branco, cujo pai sempre ajudou os negros e acabou falindo, um casal negro de classe média alta. No fim, as tramas irão se encaixar tal e qual um quebra-cabeça.
O filme é uma montanha-russa de emoções, que lida com o instinto natural do ser humano e que observa que existe o bem e o mal em todos nós, nos mostra que não nos conhecemos quando somos testados ao nosso limite. Somos capazes de fazer coisas que jamais imaginaríamos fazer.
Muito apropriada, então, a frase de divulgação do filme: "Você pensa que conhece a si mesmo. Você não faz idéia".
O filme inova no modo como as várias histórias criam pressupostos que às vezes se confirmam, outras não, tendo o mérito de manter a tensão até o último minuto.
Não há espaço no roteiro para personagens principais. Todos são relevantes na mesma proporção, com igual importância para a trama. Todos absolutamente críveis e condizentes com seus atos. Alguns personagens são construídos com o desenvolver da história, outros são desconstruídos (a personagem do policial honesto é um exemplo).
O fato que o filme mostra, no fim, é que racismo tem a ver com poder. Jogamos nossas frustrações sobre quem podemos. Desconhecemos o porquê do como agimos.
A abordagem do filme nos remete ao texto “Casa de Albergue”, de Rubem Alves, que trata das máscaras usadas para nos protegermos e dos conflitos que se formam quando algumas destas máscaras se chocam. Para o autor, somos duais na essência, criados para o teatro.
Se isso é apenas uma solução politicamente correta para nos defendermos de nós mesmos ou perdoarmos-nos quando erramos, já é outra história, mas a verdade é que, enfim, o mundo não é justo, mas sempre há esperança.
Escrito por Eliane às 20h18
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Repassando...
Isto é uma cópia descarada...mas é impossível resistir.
Copiei dela e realmente é fabuloso...rs
Dêem uma olhada e divirtam-se!
Escrito por Eliane às 10h25
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Um pouco mais de coisa alguma
Porquê as pessoas...(os homens)...mentem?
Eu tento entender e não consigo...
Tenho um amigo...(já foi mais q isso)...q é casado...e vive dizendo q me ama(????)
Que além da mulher dele(????) só quer a mim(????)
Porque ele faz isso? Alguém pode me explicar?
Eu realmente não entendo!
Escrito por Eliane às 10h09
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Coincidência
Faz 30 anos que nasci... Eu nasci às 03:00h da manhã do dia 31 de maio de 1976... Adivinhem onde eu estava hoje às três horas da manhã??? Numa maternidade...rs...é ou não é coincidência? Três décadas depois e eu estou no mesmo lugar...no mesmo horário... Mas não, eu não tive um bebê...rs. Só fui levar uma futura mamãe para ter seu bebê...rs.
Escrito por Eliane às 16h50
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